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O que são Acções?
O que são Divendos?
O que são Certificados de Acções?
Que tipos de Certificados existem?
Quais os Activos subjacentes mais utilizados?
O que é a Rendibilidade?
É O que é o Risco?
A que tipo de Risco estão sujeitos os Certificados?
Quais as Vantagens dos Certificados?
O que são Fundos de Investimento?
Por que investir em Fundos de Investimento?
Quem são os participantes de um fundo de investimento?
O que é a Unidade de Participação?
O que são Warrants?
O que são Warrants americanos e europeus?
Que tipos de activo pode o Warrant autónomo ter por base?
No caso de não conseguir obter resposta contacte-nos.

O que são Acções?


Acções são valores mobiliários que representam o capital social de empresas designadas por sociedades anónimas.

As acções de uma empresa podem estar repartidas por um pequeno número de pessoas - um grupo económico; os membros de uma mesma família - ou estarem disseminadas por muitas pessoas. É o que acontece quando as acções estão cotadas em Bolsa, podendo, por isso, ser facilmente adquiridas pelo público em geral.

O que são Dividendos?

Dividendo é a designação atribuída à parcela em que se divide os lucros distribuídos das sociedades anónimas. A deliberação sobre a distribuição de dividendos deve ser tomada em Assembleia Geral.
O que são Certificados de Acções?

Os Certificados são instrumentos financeiros, semelhantes a acções, que sistematicamente replicam um activo e a sua evolução. O activo subjacente pode ser um índice concreto (Dow Jones Average, Euro Stoxx 50, PSI20, DAX30, etc), um cabaz de acções seleccionadas em função de determinado critério (as empresas com maior capitalização bolsista ou com menor rácio PER, por exemplo) ou um sector específico. Tem uma data de reembolso e, tal como as acções, os Certificados são cotados em bolsa, o que lhes garante total liquidez.
Que tipos de Certificados existem?

Certificados Clássicos
Os Certificados clássicos são valores mobiliários que replicam o valor de um activo e a sua evolução, ou seja, o seu comportamento depende directamente, e apenas, da performance do activo subjacente.

Certificados Estruturados
Tal como os Certificados clássicos, os Certificados estruturados também dependem da evolução do activo subjacente, mas ao contrário daqueles podem ser condicionados por parâmetros definidos a priori.

Por exemplo, podem ser emitidos Certificados que:
a) garantam o recebimento de um valor mínimo;
b) limitem os ganhos a um valor máximo;
c) confiram o direito a receber um valor calculado por comparação de preços do activo subjacente apurados em momentos distintos.

Quais os Activos subjacentes mais utilizados?

Na Europa os activos subjacentes mais utilizados são os Índices de Acções, os Índices Sectoriais e os cabazes de acções (seleccionadas em função de critérios previamente estipulados). Mas também podem ser Fundos de Investimento ou divisas, só para dar alguns exemplos
O que é a Rendibilidade?

Rendibilidade é a grandeza que mede o desempenho de um investimento e representa o acréscimo de valor percentual ao montante investido.

A rendibilidade dos Certificados depende, directamente, do comportamento do ou dos activos subjacentes. No caso dos Certificados estruturados, essa dependência pode ser condicionada quer no sentido de limitar a apreciação, quer no sentido de limitar a depreciação do activo subjacente.
O que é o Risco?

Risco pode ser definido como a possibilidade de as nossas expectativas não se realizarem, ou de outra forma, como a incerteza sobre o desempenho do investimento no futuro. No caso dos Certificados o risco está inteiramente ligado ao comportamento positivo ou negativo do activo subjacente.
A que tipo de Risco estão sujeitos os Certificados?

Os Certificados são instrumentos financeiros sujeitos ao risco de flutuação do preço e ao risco associado ao mercado de acções. Aconselha-se que os potenciais investidores nos Certificados estejam habituados a investir no mercado accionista e que tenham consciência da volatilidade do mercado de capitais.

Os certificados sobre activos não denominados em Euros estão, ainda, sujeitos ao risco cambial. Neste caso, para calcular o valor do Certificado, é aplicado o respectivo câmbio em vigor no momento.
Quais as Vantagens dos Certificados?


Acessibilidade - Oportunidade para o pequeno investidor participar em mercados accionistas mais evoluídos com montantes reduzidos;

Elevada Diversificação - com montantes de investimento reduzidos e forte dispersão do risco (sectorial, cambial, geográfica);

Baixos custos de transacção - Idênticos aos custos de transaccionar uma acção no mercado nacional;

Elevado potencial de rendibilidade - participação de 100% no índice - não se estabelecendo qualquer limite nos lucros;

Flexibilidade - cotados em bolsa, os investidores podem acompanhar a evolução do seu investimento em qualquer momento (desde que a bolsa nacional esteja a operar) e responder de imediato às alterações de preço;

Transparência - na data de reembolso de um Certificado, o investidor recebe o valor correspondente a 100% da valorização do índice (deduzido das comissões inerentes ao produto);

Total Liquidez - possibilidade de "entrar" ou "sair" do produto, em qualquer momento durante a vida do Certificado;

Actualização - preço de compra e venda continuamente actualizado, acompanhando a evolução dos índices;

Versatilidade - permite transaccionar um valor representativo de um mercado (um índice americano, por exemplo) quando este se encontra encerrado.

O que são Fundos de Investimento?

Os fundos de investimento são instituições de investimento colectivo e constituem patrimónios autónomos, pertencentes a uma pluralidade de pessoas singulares ou colectivas, designadas por participantes, que não respondem, em caso algum, pelas dívidas destes ou das entidades que, nos termos da lei, asseguram a sua gestão.

Os fundos são divididos em partes, de características idênticas e sem valor nominal, designadas por unidades de participação.

Os fundos de investimento podem ser abertos ou fechados. São abertos os fundos cujas unidades de participação são em número variável e são fechados os fundos cujas unidades de participação são em número fixo.
Por que investir em Fundos de Investimento?

Um fundo de investimento, ao agregar poupanças de centenas ou mesmo milhares de investidores, permite a cada participante, individualmente, beneficiar de vantagens que só são acessíveis a investidores de grande dimensão e aceder desta forma às chamadas economias de escala:

diversificação do risco - um fundo de investimento, pelos montantes que movimenta, pode investir nos diferentes mercados, sectores e empresas, tornando-se menos sensível ao desempenho negativo de um título particular (ou de um sector ou mesmo de um mercado), que poderá até ser compensado pelo bom desempenho de outro título, sector ou mercado;

gestão profissional - os fundos de investimento são geridos por profissionais qualificados, que acompanham constantemente os mercados financeiros, analisando tendências e identificando oportunidades de investimento;

liquidez - sendo a liquidez a capacidade de transformar os títulos (unidades de participação) em dinheiro, os fundos são instrumentos de elevada liquidez dado que não são necessários normalmente mais do que três dias úteis para efectuar essa conversão;

acessibilidade facilitada - como participante de um fundo de investimento, o investidor individual torna-se titular de parte de uma carteira diversificada de títulos por uma pequena fracção do seu custo de aquisição;

economias de escala - a entidade gestora, em virtude dos elevados montantes sob gestão, dispõe de um poder negocial que lhe permite realizar operações mais favoráveis que os investidores individuais (maiores proveitos) e reduzir as comissões pagas aos intermediários financeiros (menores custos).

Além de tudo isto, o mercado dos fundos de investimento é um mercado regulamentado e supervisionado por entidades que asseguram o cumprimento das normas legais em vigor e que garantem o fornecimento de informação de qualidade ao mercado, protegendo assim os investidores.

Quem são os participantes de um fundo de investimento?

As pessoas, singulares ou colectivas, detentoras de unidades de participação de um fundo de investimento às quais pertence o património do mesmo.
O que é a Unidade de Participação?

É o que representa o investimento de cada participante no Fundo. A sua soma corresponde ao valor que cada participante detém. As unidades de participação são fracções autónomas, de características idênticas, que, no seu conjunto, representam em qualquer momento o valor do património global de um fundo de investimento. Assim, a titularidade das unidades de participação corresponde à propriedade do fundo de investimento, na proporção representada por essas unidades de participação.
O que são Warrants?

Os warrants são valores mobiliários, tal como as acções, as obrigações ou as unidades de participação. A particularidade dos warrants autónomos reside, por um lado, na técnica de derivação que está na sua origem (são construídos sobre outro activo - o activo subjacente), por outro lado, no facto de conferirem ao seu detentor o direito a subscrever, a comprar (call warrant ou warrant de compra) ou a vender (put warrant ou warrant de venda) um determinado activo (warrants com liquidação física), ou o direito a exigir a diferença entre o preço de um activo fixado no momento da emissão do warrant e o preço desse activo no momento do exercício do mesmo (warrants com liquidação financeira), podendo o warrant ser exercido continuamente - warrants americanos - ou em momentos determinados no tempo - warrants europeus.

Assim, o warrant autónomo representa um direito, quantificável no futuro, mas que tem já valor no presente. Por exemplo, um warrant autónomo que represente o direito a receber a diferença da cotação de uma determinada acção na data da emissão e passado um ano, terá ele próprio um valor. Se houver uma expectativa na variação positiva dessa diferença, o valor do warrant autónomo tenderá a subir. Pelo contrário, se a variação for negativa, o valor do warrant tenderá a descer.
O que são Warrants americanos e europeus?

Nos warrants americanos o titular do warrant pode exercer o direito inerente ao warrant em qualquer momento até à maturidade. Nos warrants europeus o emitente fixa um momento no tempo para o exercício (normalmente a maturidade do warrant). Existem warrants que combinam estas duas modalidades.
Que tipos de activo pode o Warrant autónomo ter por base?

O activo utilizado como referência pelo warrant autónomo chama-se activo subjacente. Os warrants autónomos podem ter por base os seguintes activos:

a) Valores mobiliários - acções, obrigações, etc. - cotados em bolsa;
b) Índices sobre valores mobiliários cotados em bolsa como o PSI 20, o BVL 30, o BVL Geral ou outros índices sobre valores mobiliários negociados em bolsa com características equivalentes ou que sejam utilizados como referência nos mercados internacionais;
c) Taxas de juro;
d) Divisas.




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